Saturday, September 02, 2006

Homenagem a quem me enfrentou sem medos...

Também chuvisca por ai…e depois faz sol?
É bom saber do tempo que faz por ai e depois dentro de nós…
Na floresta onde vives existem pássaros que soam a Ferros de Engomar e Bichos Estranhos que se esticam à janela, mais assustados contigo por não saberem o que esperar da meia índia, meia bruxa, princesa em castigo.
Existe uma estrada a chegar, pode demorar horas, mas por mais negro que a floresta persista, poderá ela acabar com os máximos do meu sorriso?
Nah… bastaria saber o caminho, mas deixas-me às escuras miúda, não me ralo, esta dúvida de ser triunfante, de facto não existe, quero teu abraço!
Não me julgues tonto, por uma vez na vida ter certezas e saber o frio que está na praia, o preocupar-me sem ter que ser, lembrar-me de ti e mergulhar quando apetece, nunca pensei que fosse tudo tão claro no fundo do mar, ficasse assim com o corpo pendente para não causar muitas ondas e em contrapartida faço caras estranhas na esperança de vires sereia para gargalhares comigo.
Queria t dar a árvore do príncipezinho, hoje corri a casa à procura do livro, vou encontrá-la e aprender tudo sobre a forma de as criar, quais os cuidados para a fazer crescer, dá-me tua morada… só te a entrego quando precisares realmente da sua sombra. Quero voltar, tens a capacidade de m tornar objectivo e um dia virás a esta cidade que me acolhe, por minhas capacidades extraordinárias, vais perceber que esse brilho dispersa-me, não gosto dele, quero m esconder debaixo das tuas saias e num volte face levar-te às cavalitas.

3 comments:

Nina_Acida said...

Gosto de te sentir assim ... Feliz ! Não descures .. Avança e continua ! ;o)

Esa said...

....?....(desculpa a presunçao, mas pensei ser para...)

Larko said...

Serei muito claro... este texto cheira e lembra o Porto, beijos escondidos na escuridão de um automóvel e lembra uma rapariga que me apaixona e faz-me sorrir sempre que penso nela!
Ela não é presunçosa, pois este texto que é dela, só está aqui porque vivi-te e confesso-me desperto a vir ver-te de novo!
Elisa, o que é teu é teu... a presunção vem de outros lugares!

ps. Sabe-me bem ler-te, continua!